Companhia reafirma o protagonismo ao liderar ranking geral e também os três pilares do Ranking Merco de Responsabilidade ESG 2025: Meio Ambiente, Âmbito Social e Governança
Da Redação (*)
Brasília – A Natura lidera, pelo 12º ano consecutivo, o Ranking Merco de Responsabilidade ESG, reafirmando seu protagonismo em práticas ambientais, sociais e de governança no Brasil. Além do resultado consolidado, a companhia ocupa a primeira colocação nas três categorias que compõem a avaliação: Meio Ambiente (E); Âmbito Interno, Clientes e Sociedade (S); e Ética e Governança Corporativa (G).
Para Ana Costa, vice-presidente de Sustentabilidade, Jurídico e Reputação Corporativa da Natura, essa conquista reforça a responsabilidade e o compromisso socioambiental da companhia. “Na Natura, a sustentabilidade se manifesta na nossa forma de fazer negócios, não sendo o ESG uma agenda paralela. Este reconhecimento prova que a nossa atuação, desde o desenvolvimento de bioativos amazônicos até o fomento da nossa rede de Consultoras de Beleza, é sustentada por uma governança inegociável, onde a ética e a transparência guiam cada decisão”, afirma.
O Ranking Merco Responsabilidade ESG utiliza uma metodologia reconhecida internacionalmente, construída a partir de múltiplas fontes e diferentes perspectivas. O processo tem início com a avaliação de membros da alta direção de empresas que faturam mais de R$ 200 milhões por ano no Brasil, responsáveis por eleger as cinco companhias mais responsáveis em cada dimensão do ESG.
Na etapa seguinte, são incorporadas as percepções de diversos públicos especializados, como profissionais de responsabilidade social corporativa, analistas financeiros, ONGs, sindicatos, associações de consumidores, jornalistas, representantes do governo e gestores de mídias sociais.
A análise também considera indicadores consolidados de outros monitores da Merco – como Merco Sociedade, Merco Digital e Merco Talento – além de dados objetivos fornecidos pelas próprias empresas. O resultado é uma visão integrada, consistente e robusta da responsabilidade corporativa no país.
Regeneração como visão de futuro
A Natura possui uma trajetória pioneira na construção de um modelo de negócio que gera impacto socioeconômico positivo de forma sistêmica, integrando pessoas, comunidades e natureza. Há mais de 25 anos, a companhia tomou a decisão histórica de desenvolver cadeias da sociobiodiversidade na Amazônia, contribuindo atualmente para a conservação de 2,2 milhões de hectares de floresta em parceria com mais de 10,5 mil famílias agroextrativistas.
No ano passado, a Natura lançou sua Visão 2025-2050, elevando sua ambição para um modelo de negócio 100% regenerativo, com metas de zerar as emissões líquidas de escopos 1 e 2 até 2030 e do escopo 3 até 2050, ampliar a sociobioeconomia amazônica e garantir impacto socioambiental positivo. A estratégia também reforça compromissos como renda digna para consultoras e comunidades, mais diversidade em cargos de liderança e fortalecimento da resiliência climática das suas operações. Esse conjunto de avanços levou a Natura a ser reconhecida como a marca mais sustentável do mundo pela Kantar.
Nesse mesmo ano, a Natura consolidou sua liderança em ação climática ao conquistar nota A em Clima pelo CDP, principal plataforma internacional que avalia a transparência e as ações das empresas diante das mudanças climáticas. Essa conquista reflete avanços concretos na agenda ESG. Para mensurar essa evolução, a Natura adota a metodologia proprietária Integrated Profit and Loss (IP&L), que atribui valor monetário aos impactos gerados pelo negócio nos capitais social, humano e ambiental. Os resultados indicam um saldo positivo: para cada R$1 de receita, a empresa gera, atualmente, R$2,50 em impacto socioambiental positivo em suas operações na América Latina.
(*) Com informações da Natura







