CNI lança consulta para mapear desafios das mulheres latino-americanas no comércio internacional

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Da Redação (*)

Brasília – A Confederação Nacional da Indústria (CNI) lança esta semana uma consulta empresarial para identificar e entender os desafios que impedem o crescimento da participação feminina no comércio internacional, com foco na América Latina e Caribe. A iniciativa, idealizada pelo Fórum Nacional da Mulher Empresária (FNME), ocorre durante missão empresarial da CNI no Panamá e pretende ampliar um mapeamento similar realizado no ano passado durante o B20 Brasil.

“No Brasil, apenas 14% das empresas exportadoras são lideradas por mulheres. Aumentar essa participação é uma iniciativa fundamental para fortalecer a estratégia de competitividade e inovação na indústria”, destaca Janete Vaz, vice-presidente do FNME e presidente do Conselho de Administração do Grupo Sabin.

Por meio da consulta, que será feita em parceria com o Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF) e a OCDE, serão identificados gargalos e demandas de suporte para orientar políticas públicas e investimentos.

O que é o Fórum Nacional da Mulher Empresária?

O FNME é uma iniciativa coordenada pela CNI para fomentar a liderança feminina, o empreendedorismo e a diversidade de gênero no setor industrial e empresarial brasileiro. Composto por conselheiras, o Fórum atua na formulação de políticas de igualdade, capacitação e apoio às mulheres em cargos de gestão.

Além de Janete Vaz, participam da comitiva da CNI no Panamá as empresárias e conselheiras do FNME Elisa Kovalski, consultora da Dom Cabral; Laura Oliveira, CEO do Grupo Levvo; Marianne Feldmann, CEO da FIB Assessoria em Negócios Internacionais; e Glória Guimarães, membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS).

Missão no Panamá

A CNI lidera, entre os dias 27 e 30 de janeiro, a Missão Empresarial ao Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe (ALC), no Panamá. A iniciativa, que leva mais de 100 empresários brasileiros ao país, quer reforçar a presença e o protagonismo do setor produtivo do Brasil em um dos principais espaços de diálogo regional sobre crescimento sustentável, inclusão e competitividade.

(*) Com informações da CNI

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